Ela sentiu a raiva tomando conta de si. Sua garganta se fechou, ela sentiu suas mãos gelarem e o fervor subir. Ela queria estraçalhar quais quer coisa que se atravessasse seu caminho.
Sentiu aquele forte impulso, e fez a única coisa que estava ao seu alcance...
Acordou em sua cama, seu amor ao seu lado, velando seu corpo desfalecido. Suas mãos cortadas, doloridas. As lágrimas de seu menino a machucavam mais que ter quebrado todos os vidros de seu quarto.
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